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Festa de Santo Antônio leva milhares de pessoas às ruas de Alagoinhas

“Hoje vivenciei um dos momentos mais especiais de minha vida. Agradeço a Deus por me permitir presenciar tão grande graça que foi este dia festivo. São 200 anos de fé, vida e missão. Voltemos para nossas casas com a certeza de que Deus está sempre ao nosso lado”. Com estas palavras, o bispo diocesano de Alagoinhas, Dom Paulo Romeu encerrou a festa de Santo Antônio, padroeiro da diocese e da cidade de Alagoinhas, nesta segunda-feira (13). Os festejos em louvor ao “pai dos pobres” começaram cedo, às 5:30 com alvorada e oração da ladainha de Santo Antônio, organizada pelo grupo “Amigos do Padroeiro”.

A primeira missa do dia ocorreu às 7h e foi presidida pelo pároco local, Pe. Genivaldo Almeida e concelebrada pelo Pe. Karol Wojtyla, colaborador e por Dom Jaime Mota, bispo emérito. Arlete Borges, devota do santo padroeiro, chegou cedo à Catedral. “Já são mais de 30 anos participando da missa do pão dos pobres. Santo Antônio é nosso padroeiro, amigo e inspiração. Que ele abençoe todos os alagoinhenses, principalmente os menos favorecidos”, pediu.

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A programação festiva se estendeu durante todo o dia e às 17h foi celebrada a missa solene, presidida por Dom Paulo Romeu e concelebrada pelos padres da cidade e o bispo de Eunápolis, Dom José Edson, que fez a pregação. “Há 200 anos os primeiros católicos chegaram a esta terra e trouxeram consigo a tocha da fé. Hoje nós vamos sair pelas ruas da cidade empunhando esta tocha e dando testemunho de que Jesus Cristo é o rosto misericordioso de Deus”, lembrou Dom Edson durante a homilia. Ao final da missa milhares de pessoas percorreram as ruas da cidade levando o andor de Santo Antônio, que fazia alusão à primeira igreja erguida em Alagoinhas. Neste ano, a Trezena de Santo Antônio refletiu o tema do Ano Jubilar da Misericórdia e celebrou os 200 anos de criação da Paróquia Santo Antônio.

Fotos: Roberval Pereira

PALAVRA DO BISPO

Dom Plínio